segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Interface do photoshop CS3

A barra de menus: É localizada na parte superior, organiza os comandos e sub menus. 
A barra de opções: Está barra exibe opções para a ferramenta selecionada atualmente.
A barra de status: Nela contém a informação do documento que está sendo feito, bem como dicas para o usuário, permitindo mostrar e ocultar essa opção.
As paletas suspensas: São algumas janelas que ajudam na elaboração do trabalho. Dentre elas, destacamos a paleta camadas, é a paleta flutuante mais utilizada nas brincadeiras com photoshop. Cada vez que a gente cola uma imagem nova em cima de outra, uma nova camada é criada (correspondente à imagem colada). Basta selecionar a camada que se quer trabalhar e se divertir.
A barra ferramentas:
Move (mover camadas): Está ferramenta permite que você ande com imagens ou partes dela pela tela de trabalho, ela pode selecionar camadas automaticamente ao clicar em cima ou selecionar manualmente clicando na camada desejada.
Marquee (marcar para recortar com formas): A ferramenta permite que você faça seleções de formas ou auto - formas para recorte servem também para mover uma parte de uma camada ou para selecionar para cópia ou recorte de trechos ou camadas completas. Existem quatro tipos de marquee’s, Quadrado, redondo, linha horizontal e linha vertical. E ambos necessitam que o mouse crie a sua trajetória de seleção.
Lasso (marcar para recortar manual): O laço magnético ou simplesmente laço é a ferramenta que permite o recorte de imagens ou partes dela. O laço tem três modos de uso, o laço manual aonde você vai riscando a tela com o esquerdo pressionando e solta somente quando concluir, o laço por retas, aonde você vai clicando e soltando o mouse para cotar um objeto e o laço automático, que define a tonalidade do pixel diferente e vai criando uma Sequencia.  
Wand (marcar para recortar por pixel): A varinha mágica, ela tem dois métodos para uso, ou você usa a varinha que seleciona pela tolerância de pixel ou a varinha que seleciona através da forma de um pincel (brush).
Crop (selecionar área para nova camada): O Crop permite que você selecione uma determinada área na imagem atual e ao clicar duas vezes sobre esta seleção ele automaticamente cria um novo projeto com as medidas e conteúdo daqueles que você havia recortado.
Slice (recortar para exporter): O canivete de todo web design, com a ferramenta Slice, nele pode recortar imagens inteiras ou partes dela, podendo criar um mosaico de recortes para exportar isso posteriormente a outro programa ou a um arquivo.html, por exemplo. O Slice vem com dois tipos de método, o método linha reta que cria réguas visíveis no local recortado e o método que recorta a camada por completa.  
Healing Brush (“curativo” corretor): O corretor é usado para alterar partes da camada que você esta trabalhando.
Brush (pincel): Os Brushes podem ser adicionados, alterados, criados, pode-se entender que os Brushes nada mais são do que pinceis, mas com formas e opacidades variadas.
 History Brush (histórico do pincel): Como o próprio nome diz esta ferramenta mantém os efeitos, tamanho, dimensão e tipo de brush utilizado na ultima sentença, sendo assim facilmente aplicado se necessário.
Eraser (borracha): A borracha, no entanto devemos lembrar que todas as ferramentas elas funcionam na camada selecionada.
Bucket (pintar): Aqui tem baldinho de tinta, usados para pintar com cor sólida em uma palheta de duas cores ou então formar um degrade pré-definido ou um degrade com as duas cores da palheta.
Blur (borrar): O blur ou borrar é uma ferramenta para borrões. O borrão pode ser feito de três formas, efeito borrão por água, efeito borrão pela mão e o efeito borrão por um objeto.
Dodge (clareamento): Esta ferramenta altera o nível de branco de uma imagem/camada. Ela pode deixar uma imagem/camada mais clara ou mais escura, assim como tirar a cor deixando em algo próximo do preto e branco.
Pen (caneta, desenho por paralelas): A caneta nada mais é do que uma caneta normal, ela pode criar formas para você atrás de padrões pré-definidos, criação manual, criação por links (cliques), criação por paralelas e por outras formas.
Type (texto, escrita): Aqui temos as ferramentas para texto, fontes, cores, tamanho, proporção, dimensão, pixel, relevância entre outras funções como alinhamento e posição. Uma ferramenta muito simples de se usar.
Selection (seletor de objeto): A ferramenta de seleção permite que você selecione partes do seu trabalho, quando se tem um trabalho com muitas camadas, achar tais camadas para agrupar ou para qualquer outro motivo dentre todas elas pode ser algo trabalhoso para quem não se organiza para isso a ferramenta selection permite que você, por exemplo, separe e agrupe todos os brushes, todas as imagens, todas as camadas sem efeitos e assim por diante.
Rectangle (auto - forma): As auto - formas são objetos que podem ser pré-definidos pelo próprio programa, ou podem ser adicionadas, assim como desenhadas. Tais auto - formas servem para a criação de objetos ou simplesmente para uso de pequenas edições.
Notes (notas): Estas são pequenas notas as quais você pode adicionar comentários e posicionar sobre o seu trabalho, mesmo um trabalho depois de finalizado tais notas só se apresentam no arquivo original (PSD), nos concluídos como. jpeg ou .png, por exemplo, não apresentam os comentários e as notas. Está é uma ferramenta bem útil para grandes trabalhos ou para trabalhos complicados com muitos efeitos e afins, para que você não se perca no desenvolvimento.
Eyedropper (conta gotas): Ela tem três funções, sendo elas o conta gotas em si, que vai selecionar a cor do pixel que você deixou selecionado, a segunda função permite que você selecione duas ou mais cores mostrando todas as informações necessárias, tais como RGB, CMYK e as suas variáveis em bits e uma terceira função que cria uma variável de cores através de uma reta, mostrando coordenadas e como a segunda ferramenta com as variáveis de cores.
Hand (mãozinha): Está ferramenta pode liberar algumas opções de visualização do seu trabalho, assim como mostra coordenadas da imagem e seletores de cores.
Zoom: O zoom pode aumentar ou diminuir, assim como organizar a imagem para o tamanho da tela, deixar no tamanho normal entre outros.
Color’s (paleta de cores): A paleta de cores pode ser selecionada com duas cores e você alterna entre elas quando necessário você também pode editar cada tipo de sistema de cor.
Mask (mascara): Está ferramenta permite editar qualquer seleção como mascara, está mascara pode ser alterada usando qualquer uma das restantes ferramentas do PS ou filtros.
Screen mode (modos da tela): Em screen mode ou modo da tela você pode organizar a visibilidade da janela de acordo com alguns parâmetros, tais como full screen, sem ferramentas, entre outros. É útil para quando precisar trabalhar profissionalmente.



Barra de ferramenta.
1.                        Barra de menus.
2.                        Barra de opções.
3.                        Barra de títulos.
4.                        Janela de imagem.
5.                        Controle de janelas (minimizar, maximizar, fechar).  
6.                        Paletas de ícones.
7.                        Painel de encaixe.
8.                        Paletas.
9.                        Menu da Paleta.
10.                    Barra de aglomerado.
11.                    Modo de tela.
12.                    Barra de status.
13.                    Janela de atalho.
14.                    Barra de rolagem horizontal.
15.                    Posição do cursor.
16.                    Tamanho da janela.









Fonte de pesquisa:
Disponível em: <http://wikihelp.autodesk.com/Revit/ptb/2014/Help/0001-dchedgcd1/0005-dcheiaad5/0018-dchebfci18/0023-dchebidh23> Acesso em: 12 de agosto de 2013. 

Disponível em: < E:\Manual básico do Photoshop ferramentas - Guia do Photoshop.htm> Acesso em: 12 de agosto de 2013. 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Cerâmica


Desde o período pré-histórico o ser humano luta pela sua sobrevivência. No período paleolítico o homem vivia em bandos, era nômade, caçava e pescava para sobreviver, contudo produzia artefatos como armas rudimentares – arcos, flechas, lanças, que serviam de instrumentos para usado em suas caçadas. Quando ele deixou de ser nômade passou a viver em grupo maior e organizado, passou a cultivar a terra e domesticar animais, assim veio o sedentarismo e alguns problemas básicos como recipientes para guardar seus alimentos. Foi quando o homem percebeu que ao modelar o barro ele teria um recipiente, mas ainda não era resistente, então descobriu que ao queimar o barro a certa temperatura, obteria uma matéria resistente e inalterável. A partir daí surgiram vários modelos de vasilhas ou utensílios de cerâmica utilitários usados para o preparo de alimentos cosidos e estocagens de alimentos.
Há vários tipos de cerâmicas, mas a que iremos nos referir é a cerâmica popular utilitária e cerâmica industrial de construção civil.
·     Cerâmica popular utilitária - este tipo de cerâmica é produzido, como o próprio nome diz, para ser utilizado pelo homem no seu dia a dia. Entre os objetos considerados nesta categoria podemos citar: jarras, vasos, potes, panelas, pratos, cinzeiros, bilhas, alguidar, xicaras, copos, fogão de barro.
Esses tipos de cerâmicas são encontrados em residências, em escritórios, comércios, em ambiente escolar, etc. Muitos deles servem para embelezar ambientes: como os lindos vasos com plantas.

  
 
Outros na utilização para cozinhar os alimentos: os fogões de barros ou fogareiros. Esse tipo de objeto é muito usado no interior pelos ribeirinhos, em cidades pequenas do amazonas, que não tem acesso ao gás e também pela questão financeira.
 


 
 
 Encontramos também utensílios para servir água ou alimentos para os animais domésticos.



 
·     Cerâmica industrial de construção civil – tijolos e telhas de barro; louças sanitárias (vasos, pias e azulejos). Também é usada como produtora de materiais de revestimento, usados em fachadas de casas e edifícios. A produção mais conhecida é a de azulejos – placas de cerâmicas hidráulicas vitrificadas – lisos e decorados, de diferentes formas e tamanhos, também aplicados em pisos e paredes internas.
Telhas de barro usado para cobrir casa (telhados).
 





 
 
 
Tijolos utilizados na construção de casas.




Azulejos, material de revestimentos, usado em fachadas, pisos de casas e edifícios.
 





Encontramos no município de Santa Isabel do Rio Negro, um forno tradicional (à lenha) de queimar tijolos, ele está desativado há alguns anos, pertence a uma olaria ou fabrica de tijolos do município, e hoje em dia não se fabrica mais peças de tijolos com argila e sim de cimento. Era desse trabalho que muitas famílias viviam e tiravam o seu sustento. Muitos momentos de crianças se passaram nesse ambiente, onde a infância era vivida com alegria em meio ao barro fresquinho, a brincadeira com a argila em criar pequenas peças de brinquedos de barro, ficam apenas lembranças do aroma da argila molhada sendo transformada e queimadas no formato de tijolos, no forno à lenha que não se utilizam mais e que está guardada na memoria de muitos que por lá passaram. Imagem do forno tradicional abaixo:






O tipo de cerâmica também pode ser distinguido segundo a cor dos objetos. Ex: cerâmica vermelha (tijolos e telhas) e cerâmica branca (vasos e louças sanitárias, pratos, xicaras).


 Fonte de pesquisa:

Monteiro, João Araújo. Cerâmica I. Coleção Artes Plásticas EaD, Curso de Licenciatura em Artes Plásticas. Universidade Federal do Amazonas, 2009.

quarta-feira, 20 de março de 2013


Fotomontagem e Fotopintura

O presente texto tem por objetivo descrever o que se pode entender da fotomontagem e foto pintura, que faz parte do conteúdo dos estudos das artes e que mesmo que esteja e esteve muito presente no mundo da arte, ainda é uma arte desconhecida por muitas pessoas. E hoje com as novas tecnologias o que fica mais evidente são as fotomontagens. Por outro lado a fotopintura exige um pouco mais dos artistas. Mas, a foto pintura marcou uma grande parte da historia das famílias brasileiras, pois, em muitas casas familiares ainda se encontra muitas fotopinturas e para os que têm, guardam como um bem muito precioso e que muitas vezes passam despercebidos pelos olhos comuns, mas, para os amantes da arte, tornam-se grandes relíquias e de grande preciosidade histórica da arte. Portanto, através deste pequeno texto vamos conhecer um pouco mais sobre essas duas artes em questão.
         Ao procurar, pesquisar sobre a fotomontagem deve se levar em conta a modernidade quando intelectuais e artistas estavam pensando sobre a fotografia e porque não dizer também sobre a fotomontagem. Tudo isso influenciado pelas novas tecnologias que traziam novas possibilidades, e é valorado ao olhar dos artistas modernistas que estavam refletindo sobre a história da fotografia. 

Na era modernista o que predominava no Brasil foi o nacionalismo que esta criando pequenas raízes, mas ainda muito tímidos, pois, precisava do reconhecimento do mundo europeu, pois, como sempre foi, o Brasil ainda era muito dependente do mundo externo, por isso muito pouco se expressou o Brasil nas artes visuais. Mas, isso não quer dizer que não havia obras, inerentes aos artistas brasileiros enraizados na cultura propriamente brasileira.
Pois, ao se refletir sobre a história da fotografia no Brasil, não se tem muitas obras que pudessem esclarecer sobre o assunto, por isso, os que tentaram estudar esse fato, não conseguiram afirmar se na mesma era moderna havia algum artista que realmente fizesse uso da fotografia como arte e vida, ou se foi apenas mais um lazer fotográfico de alguns. Pois, muitos poucos se interessavam em retratara a vida do homem brasileiro como tal, pois, antes da era moderna e até o passado distante, ou seja, colonial, se retratava apenas o que o colonialismo queria que fosse retratado.
E como no Brasil tudo vem muito mais tarde do que em outros países, poucos brasileiros artistas se embrenham em atividades que retrate criticamente a realidade Brasileira.  Um dos fotográficos e intelectuais que retratou o Brasil na sua realidade foi Mario de Andrade como consta na citação:
‘’ Sabe-se muito pouco sobre o uso da fotografia por artistas e intelectuais modernistas. Questão que até hoje pouco interessou aos historiadores e críticos deste movimento, fica bastante difícil saber se, de fato, houve algum tipo de produção mais consistente neste campo, ou se o uso da fotografia pelos protagonistas do modernismo não passou de mera atividade de lazer, sem maiores consequências no campo de suas preocupações estéticas.
Para a autora, a parte principal da produção fotográfica do crítico será realizada Até o momento, ao que parece, a produção fotográfica mais conhecida do grupo modernista, é aquela produzida pelo escritor e crítico Mário de Andrade, sobretudo durante suas viagens pelo interior do Brasil.
Segundo Telê Ancona Lopez, Mário de Andrade começou a fotografar a partir de 1923, ano em que passa a assinar a revista alemã especializada em fotografia Der Querschnitt (coleção que vai até 1932).
Por meio dessa publicação, o crítico se familiariza com os fotógrafos ligados à Nova Objetividade Alemã, fotógrafos autorais, preocupados não apenas em documentar o real mas, igualmente, na constituição de uma linguagem fotográfica autônoma, pautada no corte, no close, na ênfase nos contrastes de preto e branco, etc..
Durante suas viagens à Amazônia (1927), e ao Nordeste brasileiro (1928). Após essas duas experiências mais grandiosas - onde produz fotografias de grande interesse, onde une, com um olhar muito especial, o estético e o documental -, Mário de Andrade vai aos poucos deixando de lado a sua atividade como fotógrafo, em 1931. Com mais de setecentas unidades, e com elementos, como foi dito, de forte interesse estético e documental, a produção fotográfica de Mário de Andrade apenas na última década passou a ser mais sistematicamente estudada e até o presente aguarda novos aprofundamentos”.
A presente citação comprova o que havíamos dito anteriormente sobre a fotografia, como arte e também como algo de valor e documental. Talvez assim se possa entender melhor de como foi o processo histórico até se chegar ao nosso assunto que é a fotomontagem. Alguns autores afirmam que a fotomontagem esteja no campo do surrealismo. E assim ela já vai se firmando como uma verdadeira arte.
A fotomontagem surgiu mais fortemente logo após a primeira grande guerra, onde o artista simpatizante dessa arte, se reconhecem como anti-artista, ou seja, em oposição a arte comum daquele contexto histórico, ou seja, contrario  a pintura a óleo, pois, essa era valorizada naquela época. A fotomontagem e uma obra que não se entrega totalmente, ou seja, como faz parte do surrealismo, exige um pouco mais dos que observam as obras fotomontagem, que vai alem do que realmente se percebe em relance. Desta forma se concluir esse nosso texto com a seguinte citação:
“...a fotomontagem é um processo de expressão lírica. As nossas tendências mais recônditas, nossos instintos e desejos recalcados, nossos ideais, nossa cultura, tudo se revela nas fotomontagens. E é mesmo natural que seja assim. Dentro de uma centena de imagens recortadas, que estejam a nossa disposição, dois temperamentos diversos fatalmente escolherão as imagens que lhes são mais gratas, descobrirão combinações diferentes, movidos pelas suas verdades e instintos.”
Portanto, a fotomontagem é uma arte que nasce da criatividade de cada pessoa, ou artista, que tenha por objetivo retratar algo do momento ou mesmo fazer uma critica a uma realidade contextual. Pois, toda arte tem um cunho critico por traz, alem de arte por principio, mas, também é um meio de expressão de libertação de uma pessoa ou um grupo social, não se prende apenas a arte em si.
E quanto a fotopintura como já foi mencionado na introdução que algo exige um pouco mais do artista ou do seu criador. Pois, diferentemente da fotomontagem, que recebe uma ajuda da tecnologia fotográfica, por outro lado a fotopintura vai receber uma qualidade exigindo um pouco mais de criatividade e dom de pintar uma obra fotográfica. O artista de fotomontagem vai dar uma nova roupagem para os seus personagens. Pois, ele tem como base uma foto pessoal ou familiar. E ele vai dar um retoque artístico, acrescentando elementos que possam ainda dar um tom mais estético a sua obra prima.
O artista da fotomontagem ele não só pinta uma foto em preto em branco, mas, ele vai criar um novo cenário, vai dar uma nova roupagem para os seus personagens e também acrescentando joias. E isso é confirmado nas fotomontagens que se encontra em algumas casas do interior do Brasil, onde pessoas simples são retratadas com brincos, cordões de ouro e os homens com relógios e etc. Tudo isso faz parte da recriação do artista da fotopintura.
Esses artistas foram e são reconhecidos como pintores populares, muito presente no nordeste brasileiro. Comprovado na citação abaixo:
Os fotopintores foram enquadrados, por décadas, numa categoria fotográfica chamada de popular. A profissão era bastante presente no nordeste brasileiro, principalmente, no sertão cearense. Temas de teses acadêmicas e documentários, esses fotopintores foram desaparecendo por vários motivos. Principalmente, pelo processo de digitalização da fotografia.
Não querendo ir contra a citação no que diz respeito que artista fotopintores sumiram do cenário do Brasil, deve ser dito que não representa uma afirmação total, pois, ainda se encontra nas praças e feiras populares pessoas que ainda pedem esse tipo de arte das suas antigas fotos e relíquias familiares. Mesmo, com a tecnologia, se pode dizer que esses artistas ainda tem um papel importante, mesmo usando da tecnologia, algumas fotos digitalizadas ainda, precisam do olhar e orientação dos artistas das fotopinturas, principalmente de paisagens que são recriados. Uma arte nunca perde seu valor, ele se renova e se atualiza com o tempo.
Agora, os poucos que restam fazem suas fotopinturas no Photoshop e procuram difundir a profissão para filhos e aprendizes. Um desses casos é o cearense Júlio dos Santos (1944), conhecido como Mestre Júlio. O Áureo Studio, seu ateliê em Fortaleza, já teve muitos funcionários e, hoje, Mestre Júlio tentar perpetuar seu ofício em oficinas pelo Brasil.
Nos últimos três anos, a fotopintura ganhou um novo status. O projeto “Fotopintura Contemporânea” foi exposto em 2010 na mostra “Uncertain Brasil”, no festival chinês de fotografia Pingyao International Photography. A exposição contava com retratos de pacientes de um hospital psiquiátrico, feitos pelo fotógrafo pernambucano Luiz Santos e modificados por Mestre Júlio, que neles apresenta uma linguagem diferente da habitual, carregada nas sombras e cores fortes.
Essa citação acima vem apenas comprovar o que já abordamos acima em que as fotomontagem não perderam seu valor, pois, sempre haverá alguém que se interesse por essa linha artística.  E hoje realmente há muitas pinturas recriadas, onde os artistas abusam positivamente de cores que tem embelezados muitos ambientes dos lares do mundo inteiro. E a tecnologia veio apenas contribuir e com os artistas. E assim propagam a artes dos nossos artistas.  E o artista citado acima possui um site onde tem exposto varias obras da fotopintura, tudo isso prova que essa arte continua muito vivo e estar e para se propagar se vale da tecnologia virtual.
            Em suma se pode dizer que os dois estilos se complementam, e se pode até pensar que a fotopintura é pai ou mãe da fotomontagem. O primeiro muito depende da criatividade e conhecimento do artista, e o segundo também precisa da criatividade do artista, mas, já recebe um grande apoio do meio tecnológico. Todavia, os dois estilos tem muito a contribuir para uma valorização da criatividade do próprio artista que retrata o que está escondido no imaginário das pessoas e por que não dizer da sociedade mais simples aos mais complexos. Todas as citações que foram feitas, foram tiradas de sites, pois, em obras escrita em livros não se teve acesso, principalmente se tratando da nossa realidade amazônica e rionegrina, onde se encontra o nosso polo de Estudo Acadêmico.

Referencias:
 
Passo a passo de Fotopintura através de fotos
 
01 - passo
02 - passo
  
03 - passo


04 - passo
05 - passo

 
 
         
06 - passo
 
07 - passo


final do trabalho


 


Passo a passo de Fotomontagem demonstrado através de fotos     
 
 
 
 
 
 
 
 

       



 

 
 

sábado, 16 de março de 2013

Vídeos que podem auxiliar pedagogicamente nas aulas de arte visuais


O presente texto visa fazer uma descrição dos vídeos que poderiam estar ajudando pedagogicamente na implantação das aulas na área de arte visuais. Pois, se tratar de uma disciplina que se pode dizer que como disciplina é algo ainda muito desconhecido por muitos alunos e também pelos próprios universitários, que muitas vezes enfrentam com falta de material didático e pedagógico que poderia estar ajudando a melhorar as aulas.  É reconhecido que muitas bibliotecas, principalmente de alguns polos de ensino não contem obras que possam ajudar a preparar uma boa aula na área de artes visuais.
Essa constatação é pertinente, pois, muitos dos alunos de ontem e que hoje são professores em formação ou mesmo formados, são ainda dos tempos em que tudo era buscado em enciclopédias ou livros. E muitas vezes se sentem perdido com as novas tecnológicas, ou seja, ainda não se deram contam de que o mundo contemporâneo e virtual tem uma grande biblioteca aberta pouco conhecida ainda por uma grande maioria de pessoas, que é a internet. Talvez, muito conheçam os mecanismos usados na internet, mas, usam pra outros fins, ou seja, apenas como ambiente de relacionamento e em busca de lazer com jogos.
E muitos professores por não dominarem as ferramentas tecnológicas, perdem um grande espaço de pesquisa e facilitador da arte de ensina todas as disciplinas formais e informais. Pois, muitos professores ainda tem muito medo de usar a internet ou mesmo por não acreditarem nas suas fontes fundamentadas. Mas, a internet tem muitos materiais que podem ajudar a vida do professor.  E foi com esse objetivo é que se propôs a buscar na internet pequenos vídeos que podem ajudar a melhor pedagogicamente as aulas de artes visuais. E se constatou que há vários vídeos, mas, de acordo com a orientação do professor ministrante se escolheu apenas as cinco mais interessantes. E para cada vídeo se irá tecer um pequeno comentário tentando demonstrar o porquê de se ter escolhido os vídeos indicados como também os seus links.
 
Introdução a Arte
 


O vídeo Introdução a Arte, mostra uma definição das artes que pode ser usado na sala de aula como complemento educacional. Esse pequeno vídeo é da autoria do professor Hélio.  O autor do vídeo inicia o tema sobre a arte falando a todos os que acessarem, através de imagens que perpassa toda a história da arte e em todos os seus campos. Todas as imagens que são transmitidas pelo vídeo contem um fundo musical instrumental e usa de imagens muitas vezes bastante conhecido de todos os que já têm uma pequena noção sobre arte ou que em algum momento já tenha se deparado com as imagens apresentadas no vídeo.  E o autor apresenta o seu material levando em consideração todos os elementos culturais, sociais, políticos econômicos em que a arte sempre esteve presente desde os primórdios da existência da humanidade. A arte se apresenta em forma de escultura, pintura música, gestos, danças e etc. O vídeo apresenta imagens como: pinturas rupestres, pirâmides, esculturas da mundo Greco-romano, arte moderna, dança( Ex: Vem dançar comigo com Antônio Banderas), e uma obra muito marcante da era industrial( os operários).
Desta forma se pode dizer que este vídeo deve interessar a todos que querem viajar pelo mundo da arte pelas imagens, e por se algo visível pode facilitar o trabalho pedagógico de todos os professores e principalmente dos alunos, pois, os alunos de hoje são da era virtual, mas, também de imagens, eles precisam ver, não precisam tocar com o tato, mas precisam ter uma visão real do que está sendo tratada pelo professor.  O vídeo pode ser usado em todas as series iniciais e até mesmo no mundo universitário, e serve de motivação para todos os professores que podem usufruir das tecnologias e da internet na sua arte de ensinar e fazer acontecer o seu agir pedagógico.
 
Historia da Arte em 2 minutos

 
 
- O vídeo Historia da Arte em 2 minutos. Pode auxiliar as aulas de historia da arte, podendo ser usados para conhecer e identificar as diversas formas de arte e artistas ao longo da história através de uma imagem que se adapta aos diversos estilos e características. Assim nas aulas os alunos vão se deparando com as imagens e assemelhando cada uma ao seu estilo, apesar de serem a mesma imagem, cada uma tem seu próprio estilo e época com suas características próprias.
 
Aula de artes - alunos da Educação Infantil - unidade Portugal.

 
 
- As crianças do Maternal II da Educação Infantil aparecem pintando uma tela com tinta acrílica, na aula de arte, com a Professora Isa Pardini. A aula tem como objetivo estimular os movimentos, despertar interesse das crianças a conhecer e misturar cores. E fazer com que ela vá tomando gosto e o interesse pelas artes visuais. A tela que os alunos pintaram era para fazer uma copa de uma árvore. No vídeo se percebe que todos adoram e participaram com muito entusiasmo, pois apesar da aula ser seria para as crianças é como uma brincadeira educacional,  todas adoram aprender de maneira dinâmica e é com brincadeiras que elas aprendem muito.
 

ARTES VISUAIS
 
 
 
-Artes visuais: Pintura na Escola. Este vídeo expõe os trabalhos realizados pelos alunos da professora Marcelle Barreto, do quinto ano da Escola Estado Oswaldo Cruz de Salvador. Um projeto inovador da professora, que soube aproveitar o dom natural dos seus alunos e para motiva-los publicou no site virtual, e teve bastante participação dos próprios alunos e de outras pessoas. Através desse vídeo é possível motivar professores e alunos que para fazer arte criativa na sala de aula não se precisa de muita coisa, mas, apenas boa vontade e alguns materiais. As maiorias dos trabalhos e do estilo modernista com uso de bastantes cores, próprio da idade dos alunos da serie mencionada. E o vídeo ganha seu valor, pois, motiva os professores a valorizarem o dom natural de cada aluno e promover os seus desenhos e pinturas, pois, assim os alunos vão se interessar muito mais pelas aulas e quem sabe dessa experiência não possa sair grande artistas plásticos, pois, arte se aprende fazendo. E no vídeo a professora dá seu depoimento sobre a falta de material nas escolas publicas, mas, isso não deve ser motivo de desmotivação, mas, momento forte para se recriar e procurar parcerias e não ficar esperando apenas das entidades públicas.
 
Tarsila do Amaral - Obras e Releituras
 
 
 
- O vídeo Tarsila do Amaral –obras e releituras. Trás para a sala de aula as obras de Tarsila do Amaral um dos nomes mais importantes do Movimento Modernista Brasileiro. No vídeo estão as obras originais e as releituras, que de modo dinâmico e divertido o aluno pode conhecer um pouco mais sobre as obras da grandiosa Tarsila do Amaral. Que buscava trabalhar suas expressões modernas, ligadas às nossas raízes culturais e a preocupação com os problemas sociais e com os trabalhadores.E no vídeo também trás diversas formas com as releituras de suas obras, que fazem os alunos olharem com outros olhos ou maneira de como pode ser feita a mesma obra com vários estilos, pois a arte visual é para ser trabalhado com a observação e o modo como o observador vê e interpreta o que se está vendo, e o vídeo é muito interessante e chama a atenção dos observadores, assim a aula se torna mais interessante e aproveitosa.
 
E por fim ao concluir essas pequenas descrições de valor pedagógico de todos os vídeos mencionados se pode dizer que o ensino da arte ganha um grande aliado que são as tecnologias via internet, como pequenas publicações gratuitas de vídeo. Que vem ao encontro do déficit do material nas bibliotecas das maiorias das escolas e dos centros universitários. Todos os vídeos são muito bem elaborados metodologicamente e pedagogicamente para que todos que acessarem possam ter um aprendizado. Ao longo da pesquisa foi possível constata que há vídeos muito bem elaborados pelos professores-autores e também instituições sem fins lucrativos que intentam valorizar e dar uma vida melhor através das artes. E como já foi dito o ser humano deste o inicio de sua existência se expressava através das artes tudo o que sentia, sonhava e o que projetava, apenas, com o passar do tempo é que as escolas deixaram de lado o valor da arte nas escolas. Mas, hoje a Arte começa a ganhar o seu valor, pois, até mesmo as universidades estão preocupadas em formar docentes em artes, e esses objetivos tem sido alcançado.